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DKWVEMAG_BELCAR_1.0_3_CILINDROS_GASOLINA_4P_MANUAL

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DETALHES:

DKW-VEMAG BELCAR 1.0 3 CILINDROS GASOLINA 4P MANUAL 1961/1961

Cinza Gasolina 63000 km 2 4 portas manual

VENDEDOR:

Alexandre

FONE:

(11) 78915558
(11) 82240874


Evolução dos logotipos da Volkswagem

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FONTE: MUNDO FUSCA

Desde o primeiro criado em 1939, até o último em terceira dimensão, criado em 2000 e utilizado até os dias atuais.


Restauração Fusca 1968

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é isso ai, mais um Volks e Cia pra rodar por ai


A sag do Puma

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Retirado da fonte: www.mundofusca.blogspot.com

Depois da Gurgel, a segunda mais importante fábrica brasileira de veículos de pequena série é a Puma. Na realidade, o carro não nasceu com esse nome. Surgiu de um desafio das pistas. Em Matão, interior de São Paulo, Rino Malzoni criou um carro esporte, com mecânica DKW-Vemag, para enfrentar as berlinetas Willys Interlagos e seu domínio em competições.

Em 1964, o GT Malzoni, exibido no Salão do Automóvel, impressionou por suas linhas ousadas e modernas. Um legítimo carro esporte nacional, de carroceria em plástico reforçado com fibra de vidro sobre chassi encurtado do DKW e mesmo motor de 981 cm³. As unidades de rua começaram a ser fabricadas na capital paulista, em meados de 1966. Estima-se que se produziram apenas 35 unidades. No mesmo ano, surgiu no Salão do Automóvel o Puma GT, uma evolução ainda mais bonita, desenhada por Anísio Campos para a empresa Puma Veículos e Motores.
Desse segundo modelo, acredita-se que 125 unidades deixaram as linhas de montagem. Ainda em 1966, a Volkswagen iniciou o processo de absorção da Vemag e o fim do DKW um ano depois levou o fabricante artesanal a trocar o chassi e a mecânica. Surgiu então, em 1968, o Puma GT 1500, mantendo o mesmo emblema com a cara do felino (hoje em vias de extinção).
O novo automóvel partilhava o chassi, também com menor distância entre eixos, do Fusca, além do motor VW arrefecido a ar de 1.500 cm³ e dois carburadores. Embora não fosse um projeto apoiado pelo grande fabricante alemão, que já comercializava o Karmann-Ghia e mais tarde (1972) lançaria os SP, a Puma não enfrentou dificuldades em adquirir componentes.

Graças ao GT 1500 a empresa cresceu em ritmo acelerado. As peças mais baratas permitiam vendê-lo por um preço apenas cerca de duas vezes maior que o acessível Fusca. Componentes de motor, câmbio, direção e suspensões podiam ser encontradas na rede VW do país.

O primeiro conversível foi lançado em 1971, acompanhando a atualização mecânica do Karmann-Ghia que já emprestava o motor de 1.600 cm³ desde o ano anterior. Antes mesmo, em 1970, a Puma ensaiava os primeiros passos no exterior ao participar numa feira em Sevilha, Espanha. O carro foi exportado para mais de 50 países, incluindo Europa e EUA.

Em 1974, a fábrica lançou o Puma GTB, com chassi próprio e motor do Opala 6-cilindros, embalada pelo sucesso dos modelos de menor porte. Para estes, em plena era do milagre econômico brasileiro, havia fila de espera. No Salão do Automóvel daquele ano, a Puma apresentou um caminhão leve e o projeto de um minicarro como resposta à primeira crise do petróleo. Essa diversificação seria fatal para a empresa, mais adiante, quando lhe faltou fôlego financeiro.

A segunda crise do petróleo (1979/80) diminuiu o interesse pelos esportivos e a sua reação foi redesenhar os Pumas pequenos. A empresa fechou as portas em 1985. Ainda houve uma tentativa de relançamento pela empresa Alfa Metais, de Curitiba (PR), em 1987. Em 1992, chegou ao fim a produção dos carros esporte e a do caminhão, em 1993.
Estima-se que mais de 23.000 carros esporte foram vendidos, volume nem de perto atingido por outros pequenos fabricantes nacionais.




Uso dos pneus

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Calibragem dos Pneus

# As pressões de ar devem ser verificadas semanalmente ou, no máximo, a cada 15 dias.
# É aconselhável uma checagem das pressões antes de viagens longas. Se o veículo estiver carregado, a pressão de ar pode ser elevada de 2 a 4 libras/pol2, desde que o aumento não ultrapasse a máxima recomendada pelo fabricante.
# A checagem da pressão de ar deve ser efetuada sempre com os pneus frios. Um pneu de automóvel, dependendo do percurso percorrido e da velocidade a que foi submetido, demora entre 1 e 2 horas para esfriar.
# O pneu não pode ser “sangrado” – retirar ar quente do pneu.
# A pressão de ar tem de respeitar a indicada pelo fabricante do veículo no Manual do Proprietário.
# Válvulas devem ser analisadas para ver se não apresentam vazamentos e se estão com suas respectivas tampas.
# O estepe também deve ser calibrado.

Quando trocar pneus

# Desgaste da banda de rodagem com o mínimo permitido: TWI = 1,6 mm; # Sinais de danos e/ou avarias acidentais, como cortes, avarias, bolhas etc; # Depois de rodar com baixa pressão de calibragem ou sobrecarga e sofrer algum dano.


web Volks

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californian-vw-bus

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